sexta-feira, 4 de junho de 2010

2º Etapa corrida de Montanha – Morro da Cruz – Colombo/PR




Cada etapa que faço esta ficando mais difícil e mais prazeroso, pois teve subida em trilha bem técnica ( bendito speed cross da salamon) , com bastante barro e valetas, vista exuberante do alto do morro da cruz, descida alucinante por estrada de cascalho, não houve freio que parasse e o melhor estava por vir.Após terminar a descida alucinante fizemos a volta e voltamos pelo mesmo caminho, árduo e cruel.
Estou adorando este tipo de prova.

Resumo
11 km em 01:04:11
Altimetria

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Circuito de Corridas Rústicas das Indústrias - Etapa Copel



Sou um grande admirador das provas organizadas pelo SESI, ótimo preço, camisetas muito legais e as medalhas são show.

A Etapa da Copel tem um valor especial, pois é 90 % em estrada rurais com muita lama e subidas com inclinação que chegam a 7%, tudo isso combinado com muito verde faz desta etapa a minha preferida.

Fiz a corrida em um ritmo moderado, pois fiquei duas semanas sem correr e torcendo por uma recuperação rápida da forte dor que senti no joelho esquerdo na prova noturna do Tingi.

Mesmo assim obtive um ótimo desempenho, pois me preservei nas descidas para não forçar o joelho e pus a prova a minha nova técnica de enfrentar as subidas. Esta técnica consiste em abaixar as mãos +- na direção do quadril, tronco flexionado para frente e passos não muito largos os braços devem balançar o suficiente para ajudar a impulsionar o corpo para frente, quem olha parece que estou andando rápido, mas comparado aos demais atletas pode ver que vou subindo em um ritmo mais forte dos que parecem correr com os joelhos levantados, nesta posição observei que minha respiração fica menos ofegante o que economiza muita energia nas subidas. Não sei se é melhor técnica para subir, somente sei que esta funcionando no meu caso.

Terminei a corrida com dor novamente no joelho, vou procurar um Ortopedista e provavelmente ficar mais umas duas semanas sem correr.

Resumo
9,730 km em 00:44:37
pace de 4,35

sábado, 8 de maio de 2010

15º Revezamento Volta à Ilha – 150 km de Emoção



Sou um grande admirador de prova de revezamento, pois neste tipo de prova o nosso esporte que é solitário se torna solidário onde a uma grande doação de todos. Não é por acaso que consigo meus melhores tempos neste tipo de prova e pude verificar nesta volta à ilha como todos os participantes da Território Mountain Team se entregaram.

Encarei esta prova como um treino longo para o grande objetivo do ano, correr a Praias e Trilhas na categoria solo. Porem meu lado competitivo é muito forte e corri os meus trechos com tempos bem abaixo do planejado.

Percurso 5 – Rod. SC 401 – Faculdade CESUSC 7,3 km (Moderado) – Fechei em 00:29:06 com pace de 03,59, correndo os 2 primeiro km para 17 km/h o que para meu condicionamento atual é muito forte.



Percurso 13 – Praia do Santinho 8,4 km (Muito Difícil) – Fechei em 00:37:12 com pace de 04,25. Trilha bastante surrada com muito barro (eu adoro) e a duna pareciam que uma boiada tinha passado, pois não sobrou um lugar plano para deixar minhas pegadas, mas mesmo sem experiência em correr em areia fofa com terreno imperfeito gostei muito do meu desempenho e aproveitei a dificuldade da situação para fortalecer meu ego e passar por 3 participantes, pena que ao chegar a o fim do percurso o próximo atleta não tinha chego, e ficamos 20 minutos parados. Ao chegarem descobri que o carro do Toi (Eliandro) teve problemas.

Corri mais alguns trechos em areia fofa e asfalto, pois não agüentava mais ficar dentro do carro, totalizando no meu Garmin 33.6 km, fora os que corri sem ligar a GPS.

Muitas lições eu aprendi nesta prova de revezamento, pois tive a oportunidade de correr com uma ótima equipe onde cada atleta deu o melhor de si em seus percursos, correndo com dores, enfrentando morros como se fosse plano e superando seus limites.

Parabéns Equipe Território Mountain Team.





sábado, 17 de abril de 2010

3º - Etapa do Campeonato Metropolitano de MTB – Paraná


Esta é minha segunda participação em provas de MTB, e como todo atleta amador, não fiz nenhuma preparação especial, somente dei umas voltinhas de bike para não enferrujar.
Mas a prova foi muito legal, todo aquele ritual de competição me atrai, não que eu almeje algum lugar no pódio, poi conheço minhas limitações, mas vamos ser franco é a natureza do ser humano é competir..rs.
Dormi pensando na prova e qual deveria ser a minha tática para a prova, acordei bem cedo (05:30) tomei uma cafezinho com torrada e fui encontrar meu amigo Gabriel, que esta fazendo sua primeira prova.
Uma viaje de +- 1 hora até a lapa e lá estávamos frente ao pórtico da largada, um dia nublado com a temperatura em torno dos 9 graus, ótimo para pedalar.
E é muito contagiante ver o povo fazendo os últimos ajustes nas bikes e se concentrando para a competição.

A prova teve a largada +- as 9:30, pois o pessoal demorou muito para assinar a sumula, o que na minha opinião atrapalha muito a organização da prova.
A largada quente foi no pé do morro do Monge da Lapa, uma subida com uma diferença de 84 metros em menos de 1 km, esta parte foi boa para separar os que estavam participando dos que estavam competindo, no meu caso estava participando, mas como adoro subida fui logo ganhando posição. Logo a frente entramos em uma trilha de pedras lisas o que dificultou a pilotagem da bike e onde ocorreram pequenos acidentes.
Saindo da trilha pedalamos um bom tanto por estradas rurais, onde pude acelerar a s pedaladas e manter um ritmo forte de prova, chequei a puxar o segundo pelotão por uns 10 km, mas logo fui vencido pelas descidas.
Parece engraçado, mas não tenho habilidade nenhuma para enfrentar as ladeiras de pedra solta perdendo muitas posições quando tinha que descer e fazia valer da força muscular nas subidas e retas. Porem sempre trabalhando no limite aeróbico o que fizesse que a fadiga aparecesse.
Abri mão do segundo pelotão e resolver correr para terminar a prova bem e sempre me divertindo. Poupei energia entre os km’s 32 e 40, para dar um sprint gigante de 10 km para finalizar a prova. Incrivelmente esta táctica funcionou muito bem pois com a energia revigorada pude ultrapassar mais uns 12 competidores e chegar super bem ao final da corrida.
Cada prova estou conhecendo melhor o meu corpo e como ele se comporta, aprendi a agüentar a dor e trabalhar com uma freqüência cardíaca ideal para provas longas e acho que estou encontrando um novo esporte que traz a mesma adrenalina que sinto nas corridas.

11/04/2010 – Lapa – Paraná
500 ml de água
500 ml água + VO2
2 carbo-gel
48 km em 02:02:34
Avg 22,6 km/h
13º categoria Máster A1

terça-feira, 30 de março de 2010

Primeiro Short Triathlon 750m /20km /5km


Este ano resolvi correr algumas provas alternativas e um dos meus desafios previstos era o triathlon.

Mesmo sem treino especifico me escrevi para a prova da Triativa (21/03 - COPA PARANÁ DE TRIATHLON GUARATUBA - 750m / 20km / 05km) na categoria Montain bike, pensei que seria moleza pois já fiz alguns duathlon e tinha me saído bem, um 4º em Almirante Tamandaré e 1º no Autódromo Internacional de Pinhais.
O dia da prova estava lindo, o mar lisinho o sol brilhando forte e aquela energia pairando sobre o ar. Ao deixar a bike na transição aproveitei para tirar algumas duvidas com quem já participava de como organizar o meu material.

As 08:15 o organizador do evento passou as ultimas explicações sobre a natação, “primeira bóia braço direito , segunda braço direito e terceira braço esquerdo”, ai começou minha seqüência de erros, verifiquei que o pessoal começou a ficar mais a direita da bóia, e eu na minha inexperiência tracei uma linha reta com a bóia.

Deu a largada entrei rapidamente na água e comecei a nadar no meu costumeiro R3 (três braçadas para uma respiração) outro um erro de principiante, pois como não levei em consideração que a maré estava puxando para a esquerda me posicionei errado na entrada do mar e a cada respirada que dava eu via a bóia se afastar, não tive opção parei de nadar alinhei o corpo novamente e fui em direção a primeira bóia. Mas tinha me afastado muito do pelotão e resolvi relaxar e curtir a prova. Nadei calmamente poupando minha perna para o que vinha pela frente.
Ao sair da água meu sobrinho deu um grito ”vai tio, você não é o ultimo, ainda tem dois na água” animador dos 70 eu era o 68º, segui para a transição encontrei um senhor trocando a roupa para o ciclismo, fiz uma transição rápida e ganhei mais uma posição.

A Recuperação
Sabendo que somente tinha 2 inscrito na categoria MTB, resolvi lutar para não ficar em segundo e comecei a desenvolver um pedal muito forte, ganhando posições a cada volta de 5 km, conseguindo recuperar 4 minutos dos 8 que tinha perdido na natação, consegui ultrapassar mais uns 12 no pedal com a média de 31 km/h e logo avistei o rapaz da minha categoria +- 1 km na minha frente, serrei os dentes e fui para a transição com as pernas pegando fogo.

A Corrida
Agora parei de me divertir e comecei a sofrer, sei que consigo correr bem os 5 km, mas as pernas não respondiam da mesma forma que queria. Já era umas 9 da manhã e o sol forte esta me castigando muito, demorei em encaixar o ritmo. Por incrível que pareça após 1 km já tinha esquecido que tinha pedalado tão forte e comecei a aumentar meu ritmo ai comecei a ultrapassar o povo que tinha saído da água uns 6 a 8 minutos na minha frente, o que me deu um novo animo, fiz a primeira volta dos 2,5 k e logo ultrapassei o rapaz da minha categoria. Agora já não iria ficar com o ultimo lugar, a pressão é maior quando só tem 2 na sua categoria.
Passei mais alguns participantes e cruzei a linha de chegada feliz da vida com minha performance na bike e corrida.
Encontrei minha esposa e sobrinho que comemoram junto comigo mais um desafio concluído.
O pior é que gostei da brincadeira e até comecei a treinar com um profissional de triathlon para não fazer feio ao nadar no mar.

750 m nadando em 00:20:17
20 km bike em 00:38:01
05 km correndo em 00:20:40
Não computei as transições que fiz bem na boa aproveitando para recuperar-se.

quinta-feira, 18 de março de 2010

1º Etapa – Circuito Paranaense de Cross Duathlon 2010


Aconteceu dia 14/03/2010 em Campo Magro, a primeira etapa do Circuito Paranaense de Cross Duathlon 2010, onde estiveram presentes 70 atletas das diversas categorias. Como de costume cheguei bem cedo ao local do evento e já vi a correria do Kleber (naventura) em deixar tudo pronto para a largada agendada paras 09:00 hs da manhã.

A largada atrasou um pouco, mas nada que comprometesse o evento, adrenalina já estava a todo, por mais que achasse que não tinha chance alguma. Corri a primeira etapa junto com o Tche (Trainer), pois queria aproveitar a experiência que ele tem com corrida e assim evitaria um possível desgaste, a gente correu bem forte, pois terminamos os 3,7 km (meu Garmin) junto com o pelotão dos primeiros colocados. Fizemos uma transição rápida para a bike e saímos a pedalar pelas trilhas, que

estavam bem técnicas, já na primeira subida não avistei o Tche e resolvi dar uma forçada no pedal, pois sabia que o rapaz de Colombo, Claucio Sgoda, (gente finíssima) tem um pedal muito forte e poderia me passar a qualquer instante. Cheguei a descida onde o Kleber tinha anunciado que tinha uma equipe de resgate, imaginei que fosse muito perigosa e dei aquela amarelada na descida, pior que para ajudar na descida caiu chuva de granizo que pipocavam no meu capacete. Grassas a Deus terminou a descida e junto com ela a chuva diminuiu, mas as pernas não eram mais as mesmas, chegou o trecho com asfalto e junto com ele alguns competidores encostaram, e logo fui ultrapassado, tentei ir atrás mas não adiantou, meu nível é bem inferior, mas por enquanto só tinha perdido uma posição na bike e como tinha ganho 2, ainda estava no lucro. Mas o pior estava para vir, uma subida de uns 3 km até o restaurante onde é a transição, olha que subida que nunca terminava.... panturrilhas já davam sinais de fadiga e mais 1 competidor me ultrapassa. Fiz uma transição bem sossegada, pois pelos meus cálculos estava em 11º e tinha três da minha categoria logo à frente.

Segunda corrida (Os perdidos) Larguei da bike dei uma olhada para minha esposa, esbocei um sorriso um tchauzinho e sebo nas canelas (versão em câmera lenta), pois demorei uns 400 m para entrar no pace de 04,40, mas incrível que pareça acabei recuperando uma posição e me aproximei de um grupo de 6 corredores... (estes são os perdidos), pois chegamos a um Y e bateu a duvida quatro subiram a direita eu e mais um fomos para esquerda... Mas logo voltamos, paramos novamente e ficamos perdidos um olhando para o outro, ai apareceu terceiro corredor e seguimos todos a direita (errado) e o pior era uma subida de uns 600 m, terminamos a subida outra rua sem marcação, pegamos a esquerda, mais mal começamos a correr novamente o grupo que tinha ido antes já estava voltando, reagrupamos novamente e seguimos para a chegada. Todos meios chateados e desanimados por erra o caminho, achando que seriamos os últimos, passamos mais uns 5 competidores e chegamos, desmotivados e sem nenhuma pretensão.

Premiação (surpresa) Os corredores da categoria 30-34 estavam juntos comigo na hora que nos perdemos, e por mais que rodássemos 1,4 km a mais que os outros competidores, conseguimos formar o pódio dos perdidos, fiquei em 3º para minha surpresa. Parabéns a Kleber (naventura) pela organização, Tche e João Stresser pelos 1º colocados nas suas categorias e especialmente para minha esposa por acordar cedo num domingo chuvoso para ver uns malucos correrem. Próxima etapa dia 30/05/2010.

Testando o novo tênis

Dia 17 de março de 2010 fui até a Territorio, loja de artigos para esporte de aventuras, para comprar um tênis para corrida de montanha, fui instruído a comprar o Tênis Speedcross II Masculino Preto – Salomon, e hoje fui para um treino de 17 km onde pude comprovar que fiz uma boa escolha. Comecei meu treino no Guabiroba (Região rural de Campo Largo), onde corri por estrada de saibro com bastante pedras, corri +- 5 km entre subidas e descidas, e no inicio achei que o tênis era muito mole, pois quando pisava em alguma pedra muito pontiaguda eu a sentia no pé, porem acho que era falta de costume, pois ultimamente só estava correndo em asfalto.
Mas o que me chamou a atenção no tênis foi que ele é muito leve o que fez com que mantivesse o mesmo ritmo que tenho em asfalto e com o mesmo conforto do meu Ninbus 10 (Asics), o tênis faz você se sentir mais leve e naturalmente aumentar o ritmo.
Cheguei finalmente à montanha, e o tênis se saiu muito bem, demonstrou segurança e leveza na subida, mas a minha grande surpresa foi a descida, acostumado a cair durante as outras decidas neste morro, o tênis mostrou porque parece uma chuteira, despenquei do morro em exatamente 10 minutos e por incrível que pareça sem nenhum tombo, ai já valeu cada centavo investido.
Rodei novamente para o centro da cidade, feliz da vida com o produto adquirido, e louco para testá-lo em uma trilha molhada.




Morro do Cal – Campo Largo Altimetria (meu GPS) : Topo 1155 m base 922 m 17,32 km em 02:15:47 alternando corrida e caminhada. 500 ml de água com Vo2, 1 Gatorate e 1 barra de chocolate.












Alguns vídeos que fiz com o celular, não tem boa qualidade mas da para ter uma idéia do que foi a subida.